quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Estou de olho...


Terrapin

Tom: A
  
VERSE 1

E                      G
I really love you, and I mean you
E                   G       A
The star above you, crystal blue
      D           E                   A
Well, oh baby, my hair's on end about you

  TRANSITION:  C G

 VERSE 2
I wouldn't see you, and I love to
I fly above you, yes I do
Well, oh baby, my hair's on end about you

  TRANSITION:  C G G# A

 BRIDGE (?)
A
Floating, bumping, noses dodge a tooth
A                        C G Bb E
The fins a luminous

A
Fangs all 'round the clown is dark
A
Below the boulders hiding
       C                   G  E
All the sunlight's good for us

 VERSE 3
Cause we're the fishes and all we do
The move about is all we do
Well, oh baby, my hair's on end about you

 SOLO 1 (Played over the verse chords, using the same kinds
                of transitions as shown above to lead in)

 REPEAT BRIDGE

 SOLO 2 (Played over the verse chords, using the same kinds
                of transitions as shown above to lead in)

 REPEAT VERSE 1

 END



Forever and One

Tom: C
  
INTRO.  Am - Em - Dm - Am-Em 
          
           Am                    Em
What can I do Will I be getting through?
               Dm                  Am        Em 
Now that I must try to leave it all behind
      Am                       Em
Did you see what you have done to me?
              Dm                      E
So hard to justify Slowly it's passing by 
            Am          Em
Forever and one I will miss you
  F       C             F
However, I kiss you Yet again
    Dm          E 
Way down in Neverland
   Am          Em       F           C
So hard I was trying Tomorrow I'll still be crying
F             E         Am         G
How could you hide your lies Your lies 
       Am                Em
Here I am Seeing you once again
                  Dm                         Am    Em
My mind's so far away My heart's so close to stay
              Am                       Em
Too proud to fight I'm walking back into night
           Dm                 E      
Will I ever find someone to believe?

-==Solo==-

Tune Down Your E sting One Half Step


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-------10-12b13-12h13p12p10-12-----8---8b10r8-6-8-5--------8b10r8---8---------
-9-9-9-------------------------9--x--9---------------7-5----------7---7/9---9-
---------------------------------x-----------------------7--------------------
------------------------------------------------------------------------------
------------------------------------------------------------------------------

  Solo                                                                        


----10------------------------------------------------------------------------
-------13--13b15r13-------------------------10-10-12-13-12--10h12p10----------
-12----------------12b14r12------------------------------------------12-10----
----------------------------12\10---------------------------------------------
----------------------------------12-10-12------------------------------------
------------------------------------------------------------------------------

                                                                              
-15b17r15-13-12h13p12----------------15---------------15----------------------
----------------------15--13-15-15b17--17r15p13-15b17----17r15p13-15b17-------
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O que um menino sabia sobre amor, sofrimento e cura?

''Vovô não foi embora''
Um dia Sam, meu filho de 4 anos, contou-me que vira a babá chorando porque tinha rompido com o namorado.
- Ela estava triste - Explicou ele. - Eu nunca fiquei triste - acrescentou.
- Nunca mesmo.
Era verdade. A vida de Sam era feliz - em grande parte por causa de seu relacionamento com meu pai.
Como Sam contava a todos, Vô Hood era mais do que um avô para ele - era um companheiro.
Há uma cena do filme Anne of Green Gables em que Anne exprime em voz alta o desejo de ter um amigo do peito. Assistindo à cena certo dia, Sam disse:
- Como eu e o Vô: amigos do peito para sempre.
Meu pai descrevia essa relação do mesmo modo. Quando eu ia dar aulas à noite fora da cidade, uma vez por semana, era o Vô que buscava Sam no colégio com sua caminhonete vermelha e o levava para a casa dele, onde brincavam de piratas e cavaleiros e Robin Hood.
Eles até se vestiam do mesmo jeito: camiseta com bolso, boné de beisebol e jeans. Tinham seus restaurantes preferidos, parques que sempre frequentavam e lojas de brinquedos em que papai deixava Sam brincar pelos corredores em carros motorizados.
Sam sabia de cor o número do telefone de meu pai e lhe telefonava todos os dias, de manhã e à noite. ''Vô'', perguntava, agarrando o fone, ''posso ligar para você mais cem vezes?'' Papai sempre respondia que sim e atendia o telefone todas as vezes com o mesmo prazer.
Então meu pai adoeceu. Nos meses em que ficou hospitalizado com câncer no pulmão, preocupava-me com  a reação de Sam à aparência do avô: as marcas das injeções, os tubos de oxigênio, sua fraqueza. Quando expliquei a Sam que se visse o avô tão doente poderia ficar assustado, ele se espantou.
- Ele nunca poderia me assustar - respondeu.
Mais tarde, vi adultos se aproximando da cama de meu pai no hospital com apreensão, sem saber o que dizer ou fazer. Mas Sam sabia exatamente como agir: com abraços e brincadeiras, como sempre.
- Vai voltar para casa logo? - perguntava.
- Estou me esforçando - respondia papai.
Quando ele faleceu, tudo mudou para mim e Sam. Sem querer enfrentar as perguntas e os sentimentos suscitados pela morte de meu pai , eu reprimia a tristeza arrasadora que sentia.
Quando, bem-intencionadas, as pessoas me perguntavam  como eu estava, dava uma resposta rápida e mudava de assunto.
Mas Sam era diferente. Para ele, pensar em voz alta era o melhor meio de compreender.
- Então - dizia, acomodando-se no assento do carrro - , o Vô está no espação, não é?
Ou, apontado para um vitral da igreja:
- Um daqueles anjos é o Vô?
Logo depois que meu pai morreu, Sam indagou:
- Onde fica o paraíso?
- Ninguém sabe exatamente - respondi. - Muita gente acha que é no céu.
- Não - disse Sam, sacudindo a cabeça. - Fica muito longe. Perto do Camboja.
Em outra ocasião, perguntou:
- Quando a gente morre desaparece, não é? E quando a gente desmaia, desaparece só um pouquinho, certo?
Achava que as perguntas dele eram boas.
O que me incomodava era o que sempre fazia depois: olhava bem dentro de meus olhos, com mais esperança do que eu podia suportar, e aguardava minha aprovação, correção ou sabedoria. Mas, nesse assunto, meu medo e minha ignorância era tais que eu ficava muda perante a inocência dele.
Recordando